“Uma só música divida
em dez faixas!”. Se há definição melhor do que essa para a paulada
musical que é o segundo álbum de estúdio de Belchior eu não sei. Mas,
ainda que exista, esta para mim basta! Tenho vínculos verbo-afetivos a proteger...
De fato, isso não é um
álbum composto de dez musicas. Não, não se trata disso. O que acontece é uma
viagem muito louca (por que não dizer alucinante?) de uma a uma, parte a parte,
até que se chega ao final… Pena…
Mas vamos e convenhamos,
antes de morrer ao final da mega-obra-prima, curtimos, e curtimos muito o
transcorrer da coisa.
Todos nós, Rapazes
latino-americanos, nos vestimos com as nossas Velhas roupas coloridas, Como
nossos pais um dia já fizeram, e nos sentimos, nos sentimos Sujeito de sorte
(tal Como o diabo gosta).
Essa Alucinação maravilhosa,
tão antiga quanto uma Fotografia 3 X 4, não pede nada, não pede nenhuma
homenagem, não se apoquente, Não leve flores, não faça nada Antes do fim.
De exigência única,
esperamos que você entenda essa obra como uma boa garrafa de cachaça dada por
um grande amigo que você nunca mais sabe quando verá. Ouça-o de uma vez.
Simplificando: beba
tudo, A palo seco…
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Atenciosamente,
Emerson.
Ah: sobre a frase que
inicia o texto…
É de um grande
amigo/parceiro/companheiro/crítico/irmão Wiliam Pires de Almeida. Das (pouquíssimas) boas companhias que se encontra por aí...
Se passei a ouvir esse
disco, bem como resolvi fazer esse texto chinfrim, em parte a culpa é dele,
desse miseráve-ruim.
Abraço a todos!
A gente se vê…
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